Vanni, Alexsandro - Nasceu em Sorocaba, Est. de São Paulo, em 07 de Junho de 1983. Filho de pais divorciados, no seio de uma família de origem italiana. Foi criado pelos avós. Estudou em escola pública, onde foi ótimo aluno e desde cedo teve gosto pela escrita. Aos 9 anos, sentiu muito com a morte da sua avó. Na juventude, com a lembrança da separação dos pais, cresce um sentimento de revolta e vê na escrita, uma maneira de desabafo. Em seu primeiro texto, fala de si
próprio. Trabalho que une o lírico com o mórbido. Com18 anos de idade escreve seu primeiro suspense, não publicado. Desde então, começa a se interessar verdadeiramente pela literatura e a escrita. Compõe músicas e escreve poemas. Cursou fotografia, mas nunca exerceu como profissão. Apesar e aparência serena. Sua vida já foi um rosário de frustrações. Como faz acontecer em seus textos emblemáticos de característica desregrada, desconcertante e aparência sarcástica. Sem crença em Deus. No seu quarto, um crucifixo de 1 metro de comprimento, preto
e invertido colocado na cabeceira da cama, que por vez, imitava um túmulo. Bonecos com sinais de cruz invertida na fronte, crânios, pinturas e cortes, coágulos representando sangue vivo, máscaras de demônios, caveiras, e esculturas. Morcegos, aranhas e cobras conservadas em formal. Um estande de livros de rituais, magias e altares. Uma agenda escrita em códigos, seu código. Um modo de contacto. Seu sangue, um pacto sobre folhas na sua imagem posta sobre a cruz e o sangue, respingado. Uma marca, sinal, um selo de irmandade. Vultos, vozes, toques e alucinações eram constantes. Agora escritor maldito. Alexsandro Vanni, atormentado. Guardava para si seus desgostos e experiências. Jamais se abriu completamente. Muitos anos de rock’n roll, roupas pretas, corpse paint, braceletes, sparks,
pregos e arames ao invés de brincos na orelha. Noites em cemitérios, embriagues e sexo, orgia. Nas fotografias, caretas e gestos obscenos. Sempre cáustico. Violava os princípios básicos da vivência comum. O que não agradava a sua família. Trabalhou alguns anos, como editor em um jornal local. Acabando um dia por se demitir da função. Entrou em desavença com seu avô, ao ponto que certo dia decidiu ir embora, por não concordar com seu novo relacionamento amoroso . Foi morar com sua mãe na cidade de Pilar do Sul, interior de São Paulo. Não ficou três meses e retornou a cidade natal. Em 2002, reveillon, saiu com seus amigos para comemorar a passagem do ano. Para defender um garoto, acabou se envolvendo numa confusão com um grupo de pagodeiros. Entrou para a briga. Quebra de garrafas por todo lado. Ele contra mais 10 jovens. Porrada. Hospital! Voltou para casa com um curativo na mão direita e um corte na orelha devido aos seus apretiches de metal. Aí, a mão de um Deus desconhecido. 15 dias depois, no centro da cidade, reencontra os mesmos. mais de 15. Resultado: Linchamento. Aí, a mão de um Deus desconhecido.
2003 – 03 de Junho, dormiu. Em 06 de Junho acordou, numa sala de psiquiatria no Conjunto Hospitalar
de Sorocaba. Explicando: 04 de Junho, Vanni é encontrado no seu quarto, acolhido no canto da cama, em gemidos e choro, rugia como fera. Não falava e nem mesmo abria os olhos. Com marcas de sangue no rosto, os lábios feridos, descontrolado.. não permitia que o tocassem. Levado a força no hospital mais próximo, na sala, se debatia e foi necessário que envolvesse numa camisa de força e a base de calmante. 3 dias inconsciente. Vanni acordou na véspera do seu aniversário. Sem entender nada do que havia ocorrido. Abriu os olhos ao lado de pessoas, pacientes, consequentemente com algum problema mental. Acordou bem. Até hoje, sem nenhuma conclusão médica. (?)
Passa-se alguns dias. Recordando de tudo que havia passado, vivido até então, toma ciência de que algo é preciso mudar.
.
.. Continua.
Julho 16, 2008 às 6:26 pm
Alê! Deixei o endereço daqui na minha pagina de recado, pois achei muito legal seu testemunho e quero que todos vejam sua tragetória!!
Bjuss..
Julho 21, 2008 às 12:56 am
Nem sei o que falar. ainda ficou um ar de misterio.. bjs
Julho 22, 2008 às 2:26 am
Como diz meu filho numero 3. “-Parece do mal!” rsrs, Porem parace ter uma contuação feliz. Abraço Beto
Julho 22, 2008 às 11:36 pm
eu tenho medo!!!!!!!!!!!!
Julho 26, 2008 às 10:30 am
Sinistro, mas parece ter um final interessante feliz. Termina logo ai
Julho 26, 2008 às 8:50 pm
Eu achei interessante Ale!E pouco que sei, tem uma história com final muito feliz…
E atravéz desta história que é verídica, vai ajudar muita gente.
Julho 26, 2008 às 11:28 pm
Gostei muito!!! Bjs
Julho 29, 2008 às 3:49 pm
gostei da sua história ,digamos tragétoria,a vida nunca é como desejamos….mais no final ela reage ao meio da sobrevivência no paradoxo da morte revela o que é vida!!!
Julho 30, 2008 às 12:05 am
Caraca, muito interessante!!!!
Estou curiosíssima para saber o final!!
Grande beijo Alex!!!
Agosto 3, 2008 às 4:10 am
parabéns .. ki Deus ti abençoe pacas…
Agosto 10, 2008 às 5:25 am
Sensacional! Porque sei que o final de tudo isso será de vitória! Quero estar do seu lado p/ poder participar dessa festa que está tão perto de ti… Um gde abraço!!
Seu irmao!
Agosto 18, 2008 às 7:23 am
Lê sua história de vida é linda cara, uma lição pra muita gente que está passando pelo que vc passou, que bom Lê que eu estou tendo a oportunidade de lhe escrever esse depoimento,que bom também que vc teve forças pra lutar contra oque estava querendo destruir vc.
Só me resta te mandar um abração e agradecer a vc a oportunidade de ser seu (amigo)espero que dure para sempre lê cara vc é um VENCEDOR SEMPRE SERÁ EM TUDO.
Outubro 24, 2008 às 8:39 pm
Eh…Deus realmente nos ama!
Outubro 29, 2009 às 10:48 am
Blz cara. Embora vc me diga que jamais falara de sua vida, tem um ar de misterio nas entre linhas. Talvez depois de algumas perguntas para ti eu consiga decifrar. Otimo dia pra vc. Se cuida.
Novembro 24, 2008 às 4:03 am
Quero ler o resto legal demais
Dezembro 1, 2008 às 2:52 pm
eh cara… keru te disse ki te adimiro muito.
keru sempre ter uma amizade como a sua.
i disser ke te amo muito
pode sempre conta aki com arlissonZão
rere
abraços amigos do S2